Uma coisa do freak do Caeiro que deve ser tomada como referência para os que gozam de ser Portugas.

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo ... por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer, porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura ...

quinta-feira, 1 de março de 2007

Faz hoje dois anos que andava tudo meio apardalado com a perca de uma Amiga.

Deu brado nos jornais a notícia da miúda que tinha um problema e que precisava de um dador de medúla óssea compatível com ela.

Era minha Amiga desde que nasceu, brincámos juntos no nosso quintal, fizemos trinta-por-uma-linha até que estes césares de meia-tigela feitos uns cabrões à laia sabe-se lá de quê, quiseram e deram a independência a uma das colónias portuguesas e tivemos que nos separar.

Cada um à sua vida , ainda nos encontrámos umas poucas de vezes aqui no burgo Lusitano mas os caminhos foram diferentes e afastámo-nos.

Pois bem, podia estar aqui a escrever feito um animal mas não ía adiantar nada, o objectivo mesmo é dizer que ainda me lembro dela.

Denise, onde quer que estejas, um beijo nosso para ti.

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