Veio à ribalta uma coisa que nós amámos até descobrirmos que era falsa, estúpida, ignorante, arrogante, mal educada e porca.
Deverá ser proibida de alguma vez mais falar sobre o meu Portugal. Falo-vos de uma coisa chamada Maitê Proença. Esta rapariga grosseirona que vagueia impunemente neste meu querido País.
Perdoem-me a quem esta carapuça cabe, mas há gajas que só mesmo pelo estilo invertido que desempenham na vida podem dizer e fazer barbaridades semelhantes às que se disseram e fizeram neste vídeo acerca de Portugal. Só pode mesmo ser atrasada mental.
Se às prostitutas em Portugal, a quem se adjudica uma fraquíssima cultura mas a quem se dão novas oportunidades, venha de lá essa coitada mais as suas amigas que nós aqui damo-lhes também uma nova oportunidade. Muita palmatoada para aprenderem história novamente, ensinar-lhes que elas existem porque nós as criámos e que aqui em Portugal, nós os desgraçados que não cuspimos no que é sagrado, tomamos conta de toda a bodeguice que vem de terras fora da minha fronteira e não se consegue adaptar a um País tão forte culturalmente.
Só deveríamos permitir que exemplares desses entrassem em Portugal, ou melhor, tudo mas tudo o que seja diferente da língua de Camões e que queira entrar em Portugal, só deveria ser permitido entrar aqui após um exame exaustivo sobre este País. Depois, poderiam cá vir passar uma semaninha, mais não, senão habituavam-se a viver sobre uma bandeira com uma história ímpar e perdiam a identidade.
Uma coisa do freak do Caeiro que deve ser tomada como referência para os que gozam de ser Portugas.
terça-feira, 13 de Outubro de 2009
Novas oportunidades
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Afinal, queixas-te de quê?!
Aqui vos deixo um possível diálogo entre dois crâneos deste burgo Lusitano.
- Prontos pá, acabou-se a cena das eleições e agora é que vai ser arrepiar caminho, fazer obra e cumprir as promessas.
- Isso, acredito mesmo que sim, que se faça alguma coisa, estes gajos pá!
- Lá estás tu a desconversar, mas estás descrente nos vencedores? É tudo malta porreira pá, ou não é!?
- Isso isso, falaram tanto de tão pouco que nem sequer se lembraram de falar de coisas tão simples como agricultura interna, exportações, importações, emigração e imigração, serviço militar e suas condições, demora na aplicação de regras de justiça, subornos ...
- Subornos, mas quem é que suborna quem, 'tás parvo ou quê?! Onde é que ouviste falar disso?! Aquela malta é toda fiche pá, ninguém é tão honesto quanto eles.
- Honesto?! Tens razão, são honestos com os seus semelhantes, ou seja, não mentem entre eles, tudo comprado e bem untado e com a lição bem estudada.
- Qual lição?! Tu também pá, qual lição?!
- Aquela que ouvimos há mais de trinta e cinco anos, aquela que só fala de coisas que não tem interesse e sobre as quais ninguém pode fazer nada para melhorar esta porcaria, a lição do "dar milho aos pardais" para nos manter sossegadinhos e quedos. É dessa lição que falo.
- Ah é?! Afinal queixas-te de quê?! Se já sabes a lição toda, queixas-te de quê?! Vê mas é se acordas pá!
quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
Lisboa cidade Esfíncter
Existem pelo menos 42 esfíncteres no corpo humano. Imaginemos Portugal como sendo o corpo humano; Lisboa, ao centro, por exemplo, seria um dos órgãos mais tenebrosos deste corpo, uma ETAR viva.
Com esfíncteres tão famosos como Calçada de Carriche, A5, IC19, 2.ª Circular, A8, as pontes sobre o Rio Tejo, enfim, Lisboa consegue ser um dos órgãos com mais esfíncteres deste corpo.
O esfíncter é, geralmente, um músculo de fibras circulares concêntricas dispostas em forma de anel, que controla o grau de amplitude de um determinado orifício, como o piloro, que se abre e fecha para deixar passar a comidinha para o duodeno.
Comparativamente ao trânsito intestinal, imaginemos o trânsito de viaturas que tentam passar pelos diversos esfíncteres na orla deste órgão, qual quimo a passar para o duodeno; as viaturas esforçam-se, param, avançam, empurram, fazem barulhos, deslizam pelas artérias alcatroadas até atingirem Lisboa que acaba de acordar. Contorcendo-se de dor, dá ordens para que os musculosos e treinados esfíncteres se encolham, se fechem, se apertem, pede-lhes que não deixem entrar tanta viatura tão rapidamente, suplica-lhes que se contraiam e não relaxem, pois senão este órgão fica enfartado repentinamente e não pode ser, é indigesto e pode regurgitar.
Imaginem Lisboa como o intestino grosso deste corpo que é Portugal e, pensem, ponderem se vale a pena perdermos horas das nossas vidas a tentar passar por todos estes esfíncteres duas vezes ao dia e sermos expulsos por um intestino grosso ao fim de um dia de trabalho! Não vale.
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Sai de cena ...
.... quem não é de cena! E atenção aos palhaços e aos ilusionistas! Devia no meu crer e saber, ser este o lema principal da campanha deste final de ano eleitoral.
Controlar quem pensa que está a fazer o bem a tapar-nos o sol com uma peneira e que ainda acredita que nós fechamos os olhos e adormecemos, controlar esta gente toda conhecida. Acabou-se a história, que se feche o livro e passemos à discussão! Isto é que deveria ser, se a sociedade assim o quisesse! Nada de segundas consultas e alterações legislativas de falsa importância para problemas inexistentes.
Tanta coisa e afinal não falo de teatro?! Claro que falo. Refiro-me à reles peça teatral que tão bem encenada foi por guionistas que nos querem afastar da atenção devida a séries tão importantes como o da Casa Pia, da nova regulamentação dos impostos, dos condenados a morar em Portugal porque não gostam de Guantanamo, dessas coisas importantes, coisas do género burlesco, não no sentido caricatural da palavra, mas de burla mesmo, corrupção. Nada disso! Para nos ocupar a fraca discussão que ainda podemos ter, espetam-nos com um caso estúpido de pseudo-jornalismo. Tudo porque a senhora não tem microfone que lhe satisfaça os desejos, aqui d’El Rei porque se despediram autocratas.
Debrucem-se sim no que interessa e não enfatuem a pequenez psicótica de algumas criaturas errantes acreditadas por gente mais burra ainda.
Não acredito que sejamos todos uma bestas, alguém deve escapar para conseguir levantar o pano.
segunda-feira, 17 de Agosto de 2009
Direitos humanos direitos
Qual a pontuação que deveríamos utilizar nesta tão curta mas significativa expressão?
O hiato da pontuação ou síncope de uma preposição na língua portuguesa pode ter a sua vertente dualista no entendimento ou captação da mensagem. Como poucas línguas o podem permitir, sei que não é uma questão que me assalte a consciência, pois eu tenho a certeza de onde apor a acentuação e a pontuação considerada a correcta.
Optamos alguns por apregoar pelos direitos dos humanos, ou, tão só, enveredamos pelo histerismo altruísta e fazemo-nos de atrasados mentais e borrifamo-nos para a causa principal: quem tem o direito a ter direito a direitos? A causa subjacente, é o poder do humano em discernir quem é que atribuí a quem o poder de conceder direitos, sem nos preocuparmos com a base e o ser do saber que é, conseguir definir que tipo de humanos terá direito ao direito de se defender com os apelidados Direitos Humanos.
Vejamos: matei, fui julgado, fui preso. Pronto! Terei perdido os meus direitos como ser humano?! Serei um humano sem direito?! Como humano criminoso, terei direito de fazer o que eu considere direito?! Terei jamais o direito de exigir seja a quem for o que for como um ser humano de direito?! Porra, e as vítimas?! Que direitos terão?! Enfim, são valores que para os discutir temos que usufruir da plenitude de um estado de direito e podermos assim fazer política, que tão só é, conversar e dialogar. Mesmo assim, direitos humanos para quem?
Acredito que só para Humanos direitos. Mas que direito ... a pontuação do Humano que decida.
segunda-feira, 27 de Julho de 2009
Mas que barulho é este?
Meus ilustres amigos, são barulhos, simplesmente barulhos, mas barulhos muito distintos.
Deveras ensurdecedor é o som causado pelas movimentações de políticos; estrondoso é o ruído que causa o arrepiar caminho do ensejo que gere o processo Casa Pia e tornará impune tanto bandido conhecido; inebriante é a algazarra que se faz sentir quando se descobre que este gestor enganou aquele e ludibriou o contribuinte pobre e pagante, mas como é pai do filho que é casado com a filha do antigo ministro ou coiso, tudo se transforma numa poça fétida e logo esta é tapada com um outro barulho qualquer que nos distrai com tanto carpir e mau cheiro. Mas também há o barulho catita, mesmo catita, que nestes últimos anos se ouve, é o barulho que faz o bater no cabrão do polícia que prendeu o coitado do meliante e de propósito lhe arranhou a mente com a honra demonstrada em servir Portugal e defender os Direitos do Cidadão Comum.
Torna-se simplesmente inquietante, ouvir o chinfrim que alguns decrépitos políticos fazem agora quando estão prestes a bater a pataleta e já gagás e senis para esconderem as cuspidelas que largaram noutros tempos, aparecem com programas na televisão e chamam à razão da sua estupidificante mumificação, poderes tão barulhentos com a Maçonaria, a Opus Dei ou mesmo a defunta Igreja Católica, isto é que é alarido digno de ser ouvido e objecto de estudo para descoberta do seu ADN. Depois de se saber quem deu origem a esta agonia, matava-se o gene primogénito desta merda toda e acabavam-se os compadrios e metia-se esta ladroagem toda no Farol do Bugio, mas isso é outra estória. Ah é muito perto? Então repovoava-se África e já se libertavam metade dos desempregados. Mas isto também é outra história. Parece que está a nevar, ou sou só eu que sinto?!
Outros barulhos, mas não menos importantes, são o de quem audivelmente se faz destacar como defensor de causas ambientais, ou o dos demagogos da ala-mais-á-direita-ou-mais-á-esquerda-ou-quase-ao-centro que nada fazem a não ser parecerem-se com arlequins para depois se descoroçoarem, ou o das gentes que se consideram do jet-set e a quem não se lhes pode dizer que vestem tão mal de cara como de inteligência que se agarram logo ao laxante e metem baixa psicológica. Isto dá uma algazzarra desenfreada.
Muitos mais barulhos existem, só que o mais enigmático e belo de todos os barulhos, é o barulho que andamos a escutar há 35 anos e dele não ouvimos dizer nada por que não queremos nem tão pouco cremos que somos capazes de abrir o tímpano, fazermo-nos ouvir e interrogar, com preceito de questionário multi-resposta com a menina-de-cinco-olhos em cima da secretária, a quem de direito, que merda de barulho tem feito ao longo destas três últimas décadas que nós não ouvimos mais nada senão tudo o que escrevi e disse nas linhas atrás!
Foge-me agora a disposição do dizer o que penso, para aproveitar o Verão e catapultar-me numa onda, mais apostilada do que de espuma e lixo, e perguntar-vos se já alguém alguma vez na vida ouviu o barulho que é causado por um ds mais fenomenais espectáculos que a natureza nos proporciona e nos deixa completamente embevecidos pela sua beleza e candura, mas que com o decorrer dos tempos, se torna num monstro capaz de devorar vidas e cidades. Pergunto-vos, já algum de vós ouviu o barulho da Neve? Acho que sim, só que desconhecíamos ser este o barulho, o da neve que anda a cair em Portugal há mais de trinta anos.
Afinal, é neve, de tão bela que é ao inicio a tão criminosa no seu esplendor, são dois passos até se que se torne estrondosamente ensurdecedora ao provocar as avalanchas que agora conseguimos vislumbrar e ouvir.
Afinal era neve, estou para aqui eu a falar de quê, que barulho é este??!! Mas estou parvo ou quê?! É neve sim senhor! Ah bom!
Porra, pensei que estava surdo, é que não ouvia nada, mas é neve. E faz um barulho bonito não faz?! Nem se ouve! Mas é neve. Néééé-ve! Está tudo bem senhor director, tudo bem, afinal este barulho é neve! Sim, no Verão também cai, e deixa cá uma camada!!!!! Mas é neve.
À malta do GANG
Apeteceu-me "falar" convosco.
Bocas da reacção e eis que nos juntámos e destituímos e governo ...
Pois, era bom não era? Mas sonhei no outro dia e "... o Gang, a malta do Gang foi resgatar-me à prisão e conseguimos depois todos (até estava malta que esteve no pic-nic e aquela miuda do Bloco de Esquerda que não sei o nome, e havia uma linha de comboio que estava interrompida mas o comboio passava na mesma, um granel de coisas, mas adiante) destituir o governo e ficámos nós a mandar na coisa, bem, era só paz e amor e a coisa até começou a correr bem até que vem o revés da medalha, eis que apareceu um jovem vindo não sei bem de onde, cheio de falinhas mansas e conspirações e tal e coiso e disse que tinha umas ampolas e a malta começou a tomar daquilo e ... acordei.Bem, abreijos e as melhoras de todos nós.
Mas acho que a coisa era Frize Groselha (blagh!!) pois não nos fez nada de bom, sacanas pá! Mas a guerra foi bem gira e conheciamos o pessoal todo, andava tudo de etiqueta com um simbolo esverdeado nos blusões.
quinta-feira, 16 de Julho de 2009
Tanto a tão poucos
O valor que vos apresento é tão só uma aproximação do que o Parlamento Europeu gasta com deslocações de Bruxelas para Paris, que a dividir por quatro vezes por ano fazem com que os membros parlamentares palrem noutro poleiro e encham os bolsos quem mais precisa para subsistir à crise; companhias aéreas, hotéis, restaurantes, segurança privada, médicos particulares, viagens para familiares, sapatos especiais para gente baixinha, etc. e tal de brutais leviandades.
Paga-se a quem precisa de se manter á tona da vida e descura-se as necessidades básicas de milhões: que, com apenas seis euros, o preço de um reles after-shave, podem erigir uma casa no Quénia; de milhões que sofrem de malária e que lhes bastava para debelar em mais de setenta por cento esta doença, uma rede mosquiteira e uma simples desinfestação de locais sobejamente identificados como chamarizes de insectos; de milhões que sofrem de falta de água e que a abertura de furos para bastecimento deste meio já tão escasso, lhes proporcionaria uma vida com muito mais dignidade e qualidade, ou muitos tantos mais milhões que por falta de capital para financiar organizações não governamentais, sofrem por não lhes ser possível alcançar medicamentos, alimentos e meios de subsistência que os possam trazer de volta á riqueza dos antepassados, ou de milhões que sofrem com o poder das armas.
Ai se pudesse aplicar esses milhões de euros por ano naqueles que realmente precisam! 200 milhões de euros!! Tanto a tão poucos, e nós deixamos!
Fumamos !?
Descobriu-se agora que a ASAE pode ser uma coisa ilegal, anticonstitucional, não aprovada pela Assembleia da República.
Ora bem, criaram este monstro que zela pelo bem-estar da população e luta contra os malfeitores e criminosos que deixam as pessoas fumar dentro de alguns estabelecimentos e que vendem roupita com defeito. Será agora oportuno aproveitar esta onda de inconstitucionalidade e permitir que a malta volte a fumar nos locais dos antigos costumes e se divirta sem morrer sufocado às portas das cervejarias com a bodega de fumo que os carros libertam enquanto estamos de copo e cigarro na mão a aproveitar o final de dia de trabalho, será que é oportuno?
Afinal de contas, e contas à parte, quando a maioria dos estabelecimentos onde a ASAE entrou e fez com que não se pudesse fumar no seu interior foram inaugurados, aquando da sua abertura todos eles tinham que obedecer a determinados critérios, onde um deles era a extração de fumo de cigarros e de tabacos; só abriam ao publico se estivesse tudo como manda a Lei, e todos eles abriram.
Ou seja, acredito que se possa voltar a fumar nos recintos desde há uns meses proibitivos, isto claro está, se os seus proprietários o permitirem, o que acredito vá acontecer, pois a crise é tanta que uma cerveja e um cigarro, trazem para a mesma mesa mais uma cerveja e mais um cigarro.
Fumamos, ou esperamos mais cinco anos? Já agora, e a EMEL, será que também é legal?!
segunda-feira, 13 de Julho de 2009
Pic-Nic do GANG da Esclerose Múltipla
Conseguiu-se juntar 86 Ganguistas, com as respectivas caras-metades, as respectivas proles e progenitores mais alguns alpinistas que teimam em trepar sozinhos. Uma malta giríssima.
Foi um dia fantástico, passado numa companhia fantástica, onde tudo brilhava. Não houve céu encoberto que nos toldasse a alma, queríamos brincar e conviver e foi o que fizemos, de tal forma que o S. Pedro abriu as portas do quintal e fez-se um dia cheio de Sol. Ao que parece, só brilhou mesmo na zona da Barosa, pois ali pelos lados de Leira a coisa esteve sempre encoberta.
Ao meu companheiro João Velhas, um forte abraço. Foi complicado gerir aquele sumo de maçã a 1 euro e meio ... e com gelo e tudo ...
Ora bem, o Sol a quem o merce, a nós.



