Uma coisa do freak do Caeiro que deve ser tomada como referência para os que gozam de ser Portugas.

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo ... por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer, porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura ...

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ah e tal ... foi ele!!

Em Portugal paga-se por se ser delator de crimes e mais ainda nos fica caro financeiramente se rompermos com a seriedade dúbia de quem rouba e corrompe e depois respira impunemente e sorri.

Ficou por uma coima de 5 mil euros um rapaz que foi denunciado por um dos Sá Fernandes – os irmãos defensores do povo e da exactidão burocrática, perdão, democrática -, sabem quem são, não sabem? Esses mesmo, um deles defendeu com unhas e dentes que Lisboa tinha que ser e mais sei-lá-o-quê a jóia do povo Lisboeta e quando chegou ao poleiro do candeeiro que ilumina os bolsos a muitos, transformou-se num corvo esfomeado, calou-se e começou a debicar e agora anda de papo cheio, nem se ouve, ali a reluzir escondido; o outro, lá vai, cantando e rindo, levado levado sim, pela honra de defender os bons costumes, mas quando trouxe a lume mais um corrupto, eis senão que para limpar o bom nome do criminoso, teve que lhe pagar 10 mil euros e por ter levantado a saia à corrupção largou mais 3 mil.

Questiono-me, vem aí o benedicto, o Sá queria indulgência benta dos seus pecados e apontou o dedo a um traidor do contribuinte pagante, e o que aconteceu? Saiu-lhe o tiro pela culatra e ficou a piar fininho como o corvo do irmão, sem estrabuchar! Tanto trabalho e ainda sai perdedor.

Valerá a pena apontar os criminosos ou simplesmente indicar-lhes os degraus para a guilhotina?

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