Uma coisa do freak do Caeiro que deve ser tomada como referência para os que gozam de ser Portugas.

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo ... por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer, porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura ...

terça-feira, 3 de abril de 2007

Maremotos, Tsunamis e afins

Há sítios que não deveriam ser tão fustigados pelas intempéries causadas pela Natureza, é uma injustiça. Todos o dizemos e todos o lamentamos, mas nada fazemos, e porquê? Dinheirinho.

Só por isto, e já não é pouco, leva-me a pensar no aproveitamento que se pode dar ao dinheiro que se gasta mal gasto na tentativa de melhorar - e disse tentativa – o nível de vida de países que não têm a mínima hipótese de ter sucesso, pois não têm gente para trabalhar os dinheiros entregues e os que o recebem são poucos e abotoam-se com o que recebem em prol do bem-estar único. Está mal.

Dediquemos um pouco de tempo e reparemos nas vidas que se podem poupar e quão úteis se podem tornar os que ás intempéries da Mãe Natureza irão conseguir sobreviver se o guito for bem empregue. Digo isto porque é bem simples a resolução desta maleita mundial. Fácil. Basta querer.

Atentemos para tal situação e vejamos o despovoamento a que certas zonas do globo se obrigaram; umas por culpa própria – guerras, epidemias, etc. -, e outras porque se chegou à conclusão que “este sítio é uma merda para se viver e o melhor mesmo é pirar-me daqui”. Errado, calanzisse pura.

Ora bem, pegando em casos como Angola, Moçambique, Cabo Verde, países que por si só estão considerados como sendo de uma riqueza extrema e de uma localização paradisíaca, não conseguem fazer com que os seus povos consigam singrar. Desatam ao bilhete uns aos outros por questões étnicas e cenas do género (já sem falar do dinheiro) e a malta vai sendo dizimada ou então, põem-se a andar para outras terras. Assim, e para colmatar o mal pela raiz, pegava-se nos desgraçados que habitam os sítios ditos perigosamente fustigados pela natureza e punham-nos por exemplo, nestes três países fantásticos – dois coelhos de uma só cajadada; a questão do repovoamento e o salvamento de almas com um triste fim está solucionada.
Ainda este fim-de-semana morreram 20 mil (até agora) ... blá blá e tal, nas ilhas Salomão houve um Tsunami que limpou aquilo tudo. “Ah e tal e mandamos para lá dinheiro e eles safam-se ...”. Mal. Outra vez mal. Tudo mal.

Peguem-se nos que escaparam e estão com força para vencer, ponham-se alguns nestes países e assim por diante.

E mais, ficava-se com aquelas ilhas fantásticas para se porem lá os malfeitores como se fazia antigamente. Assim ninguém nos poderia culpar em relação ao seu desaparecimento, as causas seriam naturais e da própria Natureza – ela encarrega-se de destruir o que não presta. E mais, eliminava-se as prisões, os maus que as habitam, poupava-se nos tribunais, poupava-se ... pensem bem, e não é preciso ser-se ministro para ver que isto resulta. Poupança.

Sei que são coisas assim esquisitas, mas que dá para pensar isso dá. E acabava-se com o problema da imigração, da migração e da emigração e quaisquer outros tipos de gração.

Repovoa-se o planeta azul e está feito, uma simples questão de natureza comercial: Uma boa rede de Redistribuição, bem montada, dá sempre resultado, e todos ganhamos. Coisas.

2 comentários:

  1. Jójó, nunca pensei, que tivesses alma para tanta reflexão.
    Estou a gostar das leituras, muito bem. Continua...
    Um abraço
    Cajó

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  2. Abraço companheiro,

    De vez em quando lembro-me que ainda há espaço para albergar uns quantos desnecessários que respiram o que nos faz falta e resolvo partilhar a geografia.

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