Hoje comecei a pedir ... começaram os saldos e resolvi: vou mazé pedir.
Dirigi-me a lojas em centros comerciais, lojas de rua, lojas de pequeno comérico em local duvidoso mas que aparentemente soam a "coisa legal", enfim, em tom de desabafo digo que comecei e terminei hoje, mas que me fartei de pedir isso fartei.
E não pedi nada de exagerado nem de grandeza extrema que não me pudesse ser facilmente facultado através da maior das virtudes humanas, a capacidade de dar e agradar sem esperar receber nada, rigorosamente nada em troca da boa-acção resultante de tal acto - dar.
Pois bem, as reacções às quais me sujeitei pelo simples facto de pedir, porque pedir não é vergonha quando precisamos e estamos necessitados, roubar é que é mesmo mau, e então pedi, e assim me submeti a diversas e imensas reacções, e algumas, diga-se em abono da verdade, de cariz bastante peculiar e assaz acutilante, coisas do género ...
- "Mas é mesmo para si?!", "Não me parece que ande necessitado", "Há mais quem precise e não anda a mendigar", "Olha-me para este, todo bem vestido e a pensar que nos engana", "Vai mas é tomar banho ...", "O que tu querias sei eu óh ...", "Pois pois, agora diz que é para o filho que anda a estudar, deves deves ...", "Estás a pedi-las e eu dou-tas ... Oh sô guarda chêgaqui fáxavor que este andáqui a ver semengana ...", bem, coisas deste género e outras bem piores, mesmo bem piores mas que não me atrevo sequer a pronunciar-me sobre elas.
Por exemplo, ali ao pé da Igreja da Nossa Senhora da Vitória, aproximei-me de uma senhora de aspecto bastante saudável e bem vestida por sinal, e perguntei-lhe:
- "Boa tarde minha senhora, e permita-me desde já desejar-lhe um excelente ano de 2005", ao que a excelsa pessoa me respondeu toda sorridente:
- "Aaaah, muitóbriiigádá e próóó senhor também, mas diga diga, diga em que posso ajudá-lo? Em que lhe posso ser útil?" ... aí eu disse para comigo:
- "tá feito, esta vai ajudar-me" ... ajudar-me os tintins é que ela me ajudou ... mal eu retorqui e lhe disse que
- "Sa senhora não se importa, eu agradecia que me desse, se puder, e olhe que é para o meu filhote ..." - bem, a gaja nem me deixou acabar o raciocinio e arranca logo numa onda de imprupérios que só por serem proferidos por uma senhora já soam mal quanto mais as asneiradas carregadas de intenção que ela me dirigiu ... eu cavei logo dali antes que me atingisse com o pau que servia de fita-métrica, daqueles antigos de madeira.
Mas é isto, é isto que encontramos quando tão delicadamente nos dirigimos a alguém a pedir, e repito, pedir não é vergonha desde que estejamos mesmo necessitados (e que era o meu caso). Mas é tão simples, é tão simples, entramos na loja, dirigimo-nos ao balcão ou a um empregado e educadamente lhe pedimos:
- "Não se importa diga-me por favor, tem por acaso para me dar, amostras de perfume de homem que não necessite e me me possa facultar? São para o meu filho de quinze anos, tem?"
E está o País em Saldos ... !!!
*****
Uma coisa do freak do Caeiro que deve ser tomada como referência para os que gozam de ser Portugas.
sexta-feira, 7 de janeiro de 2005
segunda-feira, 13 de dezembro de 2004
Medidas de Autoprotecção
(extraído do portal do SNPC)
O Serviço Nacional de Protecção Civil (SNPC) aconselha as medidas de autoprotecção para minimizar os efeitos dos sismos:
ANTES
Informe-se sobre as causas e efeitos possíveis de um sismo na sua zona. Fale sobre o assunto de uma forma tranquila e serena com os seus familiares e amigos.
Informe-se se a sua residência e local de trabalho se localizam numa zona sísmica de risco. Se viver junto ao litoral informe-se sobre a que altitude se situa relativamente ao nível do mar, pode ser importante em caso de ocorrência de tsunami.
Elabore um plano de emergência para a sua família. Certifique-se que todos os seus familiares sabem o que fazer no caso de ocorrer um sismo. Combine previamente um local de reunião no caso dos membros da família se separarem durante o sismo.
Prepare a sua casa por forma a facilitar os movimentos em caso se sismo, libertando os corredores e passagens, arrumando móveis e brinquedos, etc..
Tenha à mão uma lanterna eléctrica, um rádio portátil e pilhas de reserva para ambos, bem como um extintor (verifique o prazo de validade) e um estojo de primeiros socorros.
Localizar os locais mais seguros distribuindo os seus familiares por eles. Localizar os locais mais perigosos.
Fixe as estantes, as botijas de gás, os vasos e floreiras às paredes da sua casa.
Coloque os objectos pesados ou de grande volume no chão ou nas estantes mais baixas.
Ensine a todos os familiares como desligar e electricidade e cortar a água e gás.
Armazene água em recipientes de plástico fechados e alimentos enlatados para 2 ou 3 dias. Renove-os de tempos a tempos.
Tenha à mão medicamentos correntes mais necessários.
Mantenha a sua vacinação e de toda a sua família em dia, nomeadamente a vacina do tétano. Consulte o seu centro de saúde para obter mais informações.
Tenha à mão em local acessível números de telefone de serviços de emergência.
Tenha à mão agasalhos e sapatos resistentes.
Locais mais seguros
Vão de portas interiores, de preferência em paredes-mestras.
Cantos das salas.
De baixo de mesas, camas e outras superfícies estáveis.
Longe das janelas, espelhos e chaminés.
Fora do alcance de objectos, candeeiros e móveis que possam cair.
Locais mais perigosos
Saídas
Junto a janelas, espelhos e chaminés.
Junto a objectos, candeeiros e móveis que possam cair.
No meio das salas.
Elevadores
DURANTE
EVITE O PÂNICO. MANTENHA A SERENIDADE E ACALME AS OUTRAS PESSOAS
SE ESTÁ DENTRO DE CASA OU DENTRO DE UM EDIFÍCIO:
Se estiver num dos andares superiores de um edifício não se precipite para as escadas. Abrigue-se no vão de uma porta interior, nos cantos das salas ou debaixo de uma mesa ou cama. Nunca utilize elevadores.
Mantenha-se afastado de janelas, espelhos e chaminés.Tenha cuidado com a queda de candeeiros, móveis ou outros objectos.
Se estiver no rés-do-chão de um edifício e a sua rua for suficientemente larga (por exemplo mais larga que a altura dos edifícios), saia de casa calmamente e caminhe para um local aberto, sempre pelo meio da rua.
Vá contando alto e devagar até 50.
SE ESTÁ NA RUA:
Dirija-se para um local aberto, com calma e serenidade. Não corra nem ande a vaguear pelas ruas.
Enquanto durar o sismo não vá para casa.
Mantenha-se afastado dos edifícios, sobretudo dos velhos, altos ou isolados, dos postes de electricidade e outros objectos que lhe possam cair em cima.
Afaste-se de taludes e muros que possam desabar.
Vá contando alto e devagar até 50.
SE ESTÁ NUM LOCAL COM GRANDE CONCENTRAÇÃO DE PESSOAS:
(Escola, sala de espectáculos, edifício de escritórios, fábrica, loja, etc.)
Não se precipite para as saídas. As escadas e portas são pontos que facilmente se enchem de escombros e podem ficar obstruídos por pessoas tentando deixar o edifício.
Nas fábricas mantenha-se afastado das máquinas, que podem tombar ou deslizar.
Fique dentro do edifício até o sismo cessar. Saia depois com calma tendo em atenção as paredes, chaminés, fios eléctricos, candeeiros e outros objectos que possam cair.
SE ESTÁ A CONDUZIR:
Pare a viatura longe de edifícios, muros, taludes, postos e cabos de alta tensão e permaneça dentro dela.
DEPOIS
APÓS OS PRIMEIROS MINUTOS:
Mantenha a calma e conte com a ocorrência de possíveis réplicas.
Não se precipite para as escadas ou saídas. Nunca utilize elevadores.
Não fume, nem acenda fósforos ou isqueiros. Pode haver fugas de gás ou curto-circuitos. Utilize lanternas a pilhas.
Corte a água e o gás, e desligue a electricidade.
Calce sapatos e proteja a cabeça e a cara com um casaco, uma manta, um capacete ou um objecto resistente e prepare agasalhos se o tempo o aconselhar.
Verifique se há feridos e preste os primeiros socorros se souber. Se houver feridos graves, não os remova, a menos que corram perigo.
Verifique se há incêndios. Tente apagá-los. Se não conseguir alerte os bombeiros.
Ligue o rádio e cumpra as recomendações que forem difundidas.
Limpe urgentemente os produtos inflamáveis que tenham sido derramados (álcool, tintas, etc.).
Se puder, solte os animais domésticos. Eles trataram de si próprios.
SE ESTÁ JUNTO AO LITORAL:
Se vive junto ao litoral e sentir um sismo é possível que nos 20 a 30 minutos seguintes ocorra um tsunami.
Em caso de suspeita ou aviso de tsunami desloque-se de imediato para uma zona alta, pelo menos 30 metros acima do nível do mar, e afastada da costa.
Afaste-se das praias e das margens dos rios. Nunca vá para uma praia observar um tsunami aproximar-se. Se conseguir ver a onda significa que está demasiado perto para poder escapar.
Se estiver numa embarcação dirija-se para alto mar. Um tsunami só é destrutivo junto à costa onde a profundidade das águas é pequena. Uma zona onde a profundidade do mar é superior a 150 metros pode considerar-se segura.
À primeira onda podem suceder-se outras igualmente destrutivas. Mantenha-se num local seguro até que as autoridades indiquem que já não existe perigo.
Regresse a casa só quando as autoridades o aconselharem.
NAS HORAS SEGUINTES:
Mantenha a calma e cumpra as instruções que a rádio difundir. Esteja preparado para outros abalos (réplicas) que costumam suceder-se ao sismo principal.
Se encontrar feridos graves, chame as equipas de socorro para promover a sua evacuação.
Se houver pessoas soterradas, informe as equipas de salvamento. Entretanto, se sem perigo, for capaz de as começar a libertar, tente fazê-lo retirando os escombros um a um. Não se precipite, não agrave a situação dos feridos ou a sua própria.
Evite passar por onde haja fios eléctricos soltos e tocar em objectos metálicos em contacto com eles.
Não beba água de recipientes abertos sem antes a ter examinado e filtrado por coador, filtro ou simples pano lavado.Coma alguma coisa. Sentir-se-á melhor e mais capaz de ajudar os outros.
Acalme as crianças e os idosos. São os que mais sofrem com o medo.
Não utilize o telefone excepto em caso de extrema urgência (feridos graves, fugas de gás, incêndios, etc.).
Não propague boatos ou notícias não confirmadas.
Se a sua casa se encontrar muito danificada terá de a abandonar. Reuna os recipientes com água, alimentos e medicamentos vulgares e especiais (cardíacos, diabéticos, etc.).
Não reocupe edifícios com grandes estragos, nem se aproxime de estruturas danificadas.
Corresponda aos apelos que forem divulgados e, se possível, colabore com as equipas de socorro.
Não circule pelas ruas para observar o que aconteceu. Liberta-as para as viaturas de socorro.
O CIDADÃO É O PRIMEIRO AGENTE DE PROTECÇÃO CIVIL
A pergunta do momento ...
Lá vem o Timbálico, transeunte habitual da Rua Victor Córdon, lá vem ele rua abaixo todo descansado, libertando-se, enquanto pontapeia os esquivos ressaltos das pedrinhas da calçada, e se vai vendo livre de inestéticos e peristálticos nódulos gasosos que se passeiam aleatoriamente pelo intestalho, quando de repente se lhe saproxima um vulgo (in Frangalho; colega de trabalho, vulgo, alguém conhecido) e lhe assalta a tumescente e parca consciencia com a pergunta:
- Atão karalho, sentiste ... ??!!
Bem, nem é preciso dizer, o Timbálico até abanou (pensa ele: "dasssse, atão metem e já nem sinto ??!!") ... quando ía a retorquir eis senão que o vulgo ...
- Atão karalho??!! NÃO O SEN-TIS-TES karalho ??!!
O Timbálico até esgacejou, à canelas que não lhaguentavam o peso ... e vai ele." ...ía cômeustou ... nem o senti, nem o sinto o que é pior ... ía cômeustou meu Deus ...". E nisto, o vulgo ao aperceber-se do desmaio falhado do Timbálico, agarra-o pela gola da gabardine azul escura e acabadinha de vir da lavandaria, aquela ali bem perto do coiso, o .... não interessa, bem, agarra-o pela gabardine a abana-o e toma a liberdade de o fustigar psicologicamente com uma outra questão assaz pertinente para o momento (eram 14 e dezanove quase vinte), vai o vulgo e ...
- Atão karalho??!! Sentistezio ou não karalho??!! Diz-me se fui só eu que lho senti, diz-me Timbálico, sentiste-lhounão karalho??!!
Timbálico recompôs-se e afastando as mãos do intrépido vulgo da gola da sua gabardine acabadinha de sair da ... bem ... já erecto, firme e hirto como uma barra de sabão azul-e-branco ... eeeeeh, lembram-se do Tide à mão?! ... bem, já recomposto o Timbálico espeta uma valente cuspidela no único olho que funcionava do maldito vulgo e despacha-o empurrando-o e vociferando "maldito sejas vulgo do karalho que massustastes (in Frangalho; massustastes, meteste-me um cagaço de primeira) e mias fazendo borrar com esse massustus (in Frangalho; massustus, valente cagaço). E assim foi ...
Enfim, terminem sempre as vossas questões ou dúvidas que sejam, caso contrário pode-vos acontecer algo do género. batsva terem questionado de uma simples e eficaz maneira: Sentiste-lho karalho??!! Viste o terramoto ... dasssse queu senti-ó karalho, se senti! Atão pá, tás bonzinho ó quê?? e tudo seria diferente.
Bem hajam,
Jack Dalton
A Agência Noticiosa Frangalho ...
Lisboa, 14 e dezanove quase vinte, e aos 13 dias de Dezubro de 2004
... confirma que o epicentro do fenómeno sísmico hoje sentido na orla costeira ocidental do continente, se deveu a um fenómeno e, desta forma, um fenómeno químico e não geofísico. Diz o pasquim que " ... a dada altura o Velho do Restelo conseguiu libertar-se de quatro pastéis de Belém que o estavam a embuchar e entregá-los a uma associação protectora d'animais com penas ...".
O fenómeno que causou tal tremedeira e nos fez pensar até, sim, nos fez pensar até ... bem, se teria sido a queda do governo que teria provocado esta tremedeira toda ou não, não foi um movimento tectónico mas sim peristáltico. Este último ocorre normalmente e sempre que hesistam gases empastelados ou entalados nos intestinos (semelhante situação se pode considerar relativamente aos lençóis de água subterrâneos que criam bolhas de ar e aos rios de lava que correm por baixo da crosta terrestre e enfaralham aquela cena toda).
Bem, este tremor teve uma escala de 5,5 (vai de 0 a 10 pontos) na escala do Sr. Richter e onde se sentiu mais foi no Oceano Atlântico, ali bem perto da Torre de Belém. Segundo os técnicos do Frangalho, chegaram à conclusão que se a associação protectora de animais com penas não tivesse metdo tanta água, que nada disto teria acontecido.
Bem hajam, e já sabem, se comerem pastéis a mais, não se sentem, tentem levitar.
Um abraço,
Jack Dalton
*****
quinta-feira, 9 de dezembro de 2004
O "efeito Tchibum"
Acredito que, ao cagar, a maioria de vocês já tenham molhado a “perniciosa báscula” na água fétida que o cagalhão levanta ao cair na água do vaso.
Todos, ainda que intuitivamente, já devem ter feito uso de alguma técnica para evitar o "efeito tchibum".
- Posicionar o ânus o mais próximo possível da tábua, deixando o saco (caso você o tenha) esmagado sobre a mesma. Assim, a barrola fedorenta desce rolando pela louça. Com a queda amortecida, o senegalês mal-cheiroso não causa o "efeito tchibum".Problemas:a) A merda deixa um rastro na louça (tal técnica consiste em, literalmente, "jogar um barro na louça"). Sobre o ponto de vista estético, foda-se! Além do mais não é o macho da casa que vai limpar a barrolinha (no máximo, dá pra tentar desfazer a trilha pastosa com jatos de mijo de alta pressão). Mas aquele filete marrom pode vir a feder mais tarde. E, no caso de jogar um barro na casa da namorada ou dos sogros, pode pegar mal se alguém entrar depois de você.b) Se a pontaria for mal calculada, o toletão pode raspar na tábua e cagar a porra toda. Neste caso, é de bom grado limpar depois de terminado o serviço. Até porque na barreada seguinte, o cagão corre o risco de esquecer e sujar o saco na própria merda que lá ficara, o que seria, convenhamos, bastante desagradável.
- Criar um tapete flutuante de papel higiênico. Conhecida como "efeito overcraft", essa técnica parte do pressuposto que a merda será amortecida ao bater no tapete de papel evitando o "efeito tchibum". Problemas:a) Errar na quantidade de papel para menos. Neste caso, a água vai bater na “perniciosa báscula” de qualquer forma. b) Errar na quantidade de papel para mais. Neste caso, a privada entope e o cagante passa pela constrangedora experiência de ter de fugir da água com merda que sobe ameaçadora e lentamente privada acima. Pior: na ponta dos pés e segurando a calça pra não cair (ainda por cima).
- Técnica conhecida como "cag'n run". Consiste em cagar no meio da privada e tirar a “perniciosa báscula” rapidamente antes que o chafariz barrento atinja a raba. Tal técnica exige reflexo, explosão muscular e uma coordenação motora pelo menos razoáveis.Problemas:a) Arrancar lentamente. Neste caso, tudo vai por água abaixo (ou acima, no caso) e o furíco é atingido pela água podre de qualquer jeito.b) Arrancar rapidamente demais. Neste caso, corre-se o risco de tirar o cu da reta antes de a merda se desprender da flor de oríba. Resultado: relhoto na tábua, no chão do quarto de banho ou, pior, dentro da cueca do cagão.Além disso, o cagante pode ser enganado pelo relhoto do tipo "dois estágios". Neste caso, o cagante pensa que se livrou do charutão e, sem nada poder fazer, vê uma badalhoca cair dentro da cueca.
- Arte Zen.Exige um completo domínio de sua musculatura abdominal, peristáltica e anal. Leva anos de aprendizado para ser dominada. A merda deve ser expelida na velocidade mais baixa possível, sem que a matéria se rompa. Dependendo da sua consistência, isso pode demorar de alguns segundos a vários minutos. Um monge tibetano experiente pode prolongar a cagada por mais de dois dias. Se for alimentado durante a performance, poderá emitir uma corda de merda (cagaputra) de mais de 2 metros, por força da união das diversas cagadas subseqüentes. De qualquer forma, o objetivo é o de obrar um objeto cilíndrico bem desenhado, que será ejetado num perfeito salto ornamental olímpico, provocando apenas uma graciosa marola depois de uma queda vertical.Problemas:
4.a) Dormir no banheiro. Dependendo do tempo da cochilada, a posterior limpeza do posterior exigirá muita paciência. Um jatinho d'água passará até a ser bem-vindo.
4.b) Adormecer as pernas e o rabo. Nesse caso a sensibilidade será prejudicada e o cuidadoso cagão poderá vestir as calças com a bunda molhada, sem perceber.
4.c) Descobrir um prazer antes adormecido. Nesse caso será melhor mudar a técnica antes que tal prática constitua um vício e se passe a fazer uso de drogas mais fortes e mais largas!
segunda-feira, 9 de agosto de 2004
Viajar de Borla
A Assembleia da República vai passar a suportar em parte ou na totalidade os custos das viagens ao estrangeiro dos acompanhantes dos deputados em missão oficial, desde que os parlamentares renunciem a viajar na "classe mais elevada" dos aviões, um direito que lhes passa a ser conferido por lei.
Já não entendo,
Estaremos nós a falar em contenção de custos e vai daí toca tudo a apertar o cinto... ou será que se está a implementar uma política de CONTESÂO SEM CUSTOS e vai daí tudo a despartar os cintos e as cintas??!!
Não entendo.
Deixem de viajar em primeira, reduza-se o rçamento, baixem as calças, digo, baixem as fasquias no que diz respeito ao limite minetario, perdão, limite monetário de viagem e recuperamos o belo do eurito, agora, desdobrar??!! Desdobrar ??!! Co'catano, irra que é demais ...
Que já existia muito corno manso e que as coisas eram feitas na ilegalidade ... a malta já sabia, agora " ... anda daí que está tudo pago pelo contribuinte e aprovado pelo governo ..." e que dentro da hombridade que define este País e cujo Lusitano Governante se apregoa aos sete ventos como exemplo da moralidade e bem-estar familiar, fodah-se senhores ouvintes, isto é demais.
Já há muita casa com os sitios nas paredes destinados aos troféus de caça bovina, mas que sejam os próprios corno-contribuintes a colaborar para que o CornoMansismo se perpétue, isso é deveras aterrador.
Viva o assédio com direito a despedimento, vivam os apalpões às colegas e aos colegas e a todos porra, viva a confusão gerada por uma olhadela aos tomates do vizinho ou ás mamas das gajas boas, viva a valente bofatada e a escarradela típica de quem não gosta que nos cobicem o que é nosso, viva a cueca enfiada no traseiro da bifa que cruzou demais as pernas ... fodasssssse, epá, encornar a belo prazer e com o dinheirito dos cônjuges contribuintes??!! Nãããão, nãããão dáááá .... sejamos portugueses, deixemo-nos de tretas de novo-riquismo e merdunfias de grandezas americanizadas, sejamos o verdadeiro Luso esgatafunhador, ali, no duro, para que todos saibam quem é quem.
E ainda falam em casas-pias e o catano, é preciso é fodher bem alto e bem longe para que ninguém nos veja ou nos ouça, não é? Certo senhores dePUTAdos e dePUTAdas? Certo?!
Um Contribuinte,
FGS (Panda)
*****
quinta-feira, 29 de julho de 2004
As rãs:
Eu gosto muito de rãs. As rãs arrotam a noite toda. As rãs são mais pequenas que as vacas e mais grandes que um pintelho. As rãs não têm pintelhos.
As rãs põem ovos pela paxaxa que depois dão rãzinhas pequenas.Se as rãs tivessem pintelhos na paxaxa arranhavam os ovinhos que são muito pequenininhos e as rãzinhas que estão lá dentro iam morrer porque entrava água pelas arranhadelas e elas morriam afogadas e porque quando são pequenas não têm patas e não sabem nadar.
Eu também ainda não tenho pintelhos mas já sei nadar. Também ainda não tenho paxaxa mas um dia vou ter muitas. As rãs são as mulheres dos sapos. Os sapos não têm unhas por isso não podem coçar os tomates. É por isso que eles andam com as pernas abertas a arrastar os Tomates que é para os coçar.E quando se picam nos tomates os sapos dão saltos. As rãs também dão muitos saltos, por isso têm a paxaxa sempre aos saltos.
Eu gosto muito de rãs. E gosto muito de sapos.
sexta-feira, 7 de maio de 2004
Carta de Amor verdadeiro
"Querida Gertrudesinha:
Eu sei que o conselheiro matrimonial disse que não deveria haver contacto entre nós, durante o nosso período 'de acalmia', mas eu não consigo aguentar mais.
No dia em que me deixaste, eu jurei que nunca mais te dirigia a palavra.
Mas isso era só o rapazinho magoado dentro de mim a falar.
Ainda assim, eu nunca quis ser o primeiro a avançar.
Na minha fantasia, eras sempre tu que voltavas a rastejar para mim.
Acho que o meu orgulho precisava disso.
Mas agora vejo que o meu orgulho me custou uma série de coisas.
Estou farto de fingir que não preciso de ti.
E já não me importo de fazer má figura.
Não me interessa qual de nós dará o primeiro passo, desde que um de nós o dê.
Talvez seja altura de deixarmos os nossos corações falarem mais alto do que a nossa dor.
E isto é o que o meu coração diz...
Não há ninguém como tu, Gertrudesinha.
Eu procuro-te nos olhos e seios de cada mulher que vejo, mas elas não são tu.
Não chegam sequer aos teus pés.
Há duas semanas, encontrei uma mulher num bar do Bairro Alto e levei- a para casa comigo.
Não digo isto para te magoar, mas apenas para ilustrar a profundidade do meu desespero.
Ela era nova, talvez 19, com um daqueles corpos perfeitos que só a juventude e talvez uma infância passada em patinagem podem dar.
Quer dizer, um corpo perfeito.
Mamas que não dá para acreditar e um rabo tipo carapaça de tartaruga, redondo e rijo.
O sonho de qualquer homem, não é? Mas enquanto estava sentado no sofá a ser chupado por esta jovem deslumbrante, eu pensei, vejam só aquilo que consideramos importante nas nossas vidas.
É tudo tão superficial.
O que é que um corpo perfeito significa? Será que a torna melhor na cama? Bem, neste caso, sim.
Mas estás a ver onde quero chegar? Será que isso a torna uma pessoa melhor? Será que ela tem um coração melhor do que a minha, moderadamente atraente, Gertrudesinha? Duvido.
E nunca tinha pensado nisso antes.
Não sei, talvez esteja a amadurecer um pouco.
Mais tarde, depois de lhe ter despejado uns decilitros de iogurte na garganta, dei por mim a pensar, "porque é que me sinto tão esgotado e vazio?" Não era apenas a sua técnica perfeita e a sua fome de sexo e luxúria, mas algo diferente.
Um sentimento de perda.
Porque é que me sentia tão incompleto? E então apercebi-me.
Não senti a mesma coisa porque tu não estavas lá, Gertrudesinha, para ver.
Percebes o que quero dizer? Nada significa nem tem o mesmo sentido sem ti.
Por amor de Deus, Gertrudesinha, estou a enlouquecer sem ti.
E tudo o que faço
me lembra de ti.
Lembras-te da Carolina, aquela mãe solteira que encontrámos no ginásio, no ano passado? Bem, ela passou cá em casa na semana passada, com um tacho de lasanha.
Ela disse que imaginava que eu não devia andar a comer nada de jeito sem uma mulher por perto.
Só mais tarde é que percebia o que ela queria dizer com aquilo, mas essa não é a verdadeira história.
De qualquer maneira, bebemos uns copitos de vinho e passado um bocado estávamos a dar-lhe forte e feio no nosso velho quarto.
E a devassa é um verdadeiro animal na cama.
Ela deu-me tudo, sabes, assim como uma verdadeira mulher faz quando não está preocupada com o peso ou a sua carreira ou se os filhos nos vão ouvir ou não.
E de repente ela viu aquele velho espelho giratório que está em cima da cómoda que era da tua avó.
Então ela agarrou no espelho e colocou-o no chão, de maneira a que nos podíamos observar os dois.
E é uma sensação espectacular, mas que me deixou triste também.
Porque não consegui deixar de pensar, "Porque é que a Gertrudesinha nunca pôs o espelho no chão? Temos esta cómoda há 14 anos, ou coisa que o valha, e nunca o usámos como brinquedo sexual." No sábado, a tua irmã passou cá com a ordem do tribunal que me proíbe de me aproximar de ti.
Quer dizer, a Paula ainda é uma miúda, mas tem uma cabeça muito porreira assente nos ombros e tem sido uma verdadeira amiga para mim durante estes tempos difíceis.
Ela tem-me dado excelentes conselhos acerca de ti e acerca das mulheres em geral.
Ela está realmente empenhada em que nós fiquemos juntos novamente, Gertrudesinha.
Está mesmo.
Então, numa destas ocasiões, damos por nós a beber uns copos dentro de uma banheira de espuma e a falar de tempos mais felizes.
Aqui está uma adolescente que tem o mesmo ADN que tu e eu só consigo pensar no quanto ela me faz lembrar do quanto ela se parece contigo quando tu tinhas 18 anos.
E isso quase me faz chorar.
E afinal descubro que a Paula gosta mesmo de toda aquela cena anal, o que me faz lembrar do número imenso de vezes que te pressionei para experimentares e que isso talvez pudesse ter alimentado o azedume entre nós.
Mas será que consegues ver que, mesmo quando estou a bombar dentro do anel castanho da tua irmã, tudo o que consigo fazer é pensar em ti?
É verdade, Gertrudesinha.
E no fundo do teu coração, tu sabes disso.
Não achas que podíamos começar de novo? Acabar com as amarguras, com os ódios e começar tudo do zero? Eu acho que podemos.
Se sentes o mesmo, por favor, por favor diz-me, caso contrário, podes-me dizer onde está o controlo remoto da televisão?
Sempre teu,
Jó"
*****
quinta-feira, 6 de maio de 2004
Calendário
Calendário romano. O mês romano-estava dividido em três-períodos iniciados por um dia-principal: as calendas (primeiro-dia do mês), as nonas (quinto dia) e-os idos (décimo terceiro dia). As calendas,-consagradas a Juno, eram o dia do-pagamento das dívidas. “Remeter para-as calendas gregas”-significa adiar indefinidamente,-visto que-os meses gregos não-tinham calendas. O-primitivo ano romano contava com dez-meses, sendo Março o primeiro. Em 46-a. C., Júlio César introduziu em Roma-um calendário solar que recebeu o seu-nome.
Como o ano civil definido neste-calendário não coincidia com o ano-real, a diferença era compensada pela-introdução de um dia suplementar de-quatro em quatro anos (entre os dias 24 e-25 de Fevereiro), dia esse designado por-bis sextus dies ante calendas Martii, que-deu origem aos anos bissextos. Tais foram-os princípios do calendário juliano, estabelecido-com a cooperação do astrónomo-grego Sosígenes, que transferiu também o-início do ano civil para Janeiro. (...)-Calendário gregoriano (1582).
O calendário-actualmente em uso é o calendário do-calendário juliano (romano). Esse aperfeiçoamento-ou correcção consistiu em-suprimir 3 dias em 400 anos, passando-os anos seculares a ser bissextos apenas-quando divisíveis por 400 (1600, 2000,-2400, 2800, etc.). Deste-modo, mantém-se-apenas um desfasamento-de 25 s por ano-(1 dia em 3300 anos). O-calendário gregoriano aceite logo pelos-países católicos só o foi pelos Estados protestantes-no século XVIII, pelo Japão em-1873, pela China em 1914, pela Rússia em-1918 e pela Turquia em 1927. Os nomes dos-meses provêm do calendário juliano (romano),-que começava em Março:
Janeiro-(Januarius, do deus Jano),
Fevereiro-(Februarius, da festa das Fébruas)
Março-(Martius, de Marte, deus da guerra)
Abril-(Aprilis, de aprire, por ser o tempo do rebentar-das árvores)
Maio-(Maius, mês da-deusa Maia)
Junho-(Junius, mês da deusa-Juno)
Julho-(Julius, em honra de Júlio-César)
Agosto-(Augustus, em homenagem-ao título de “augusto” dado ao imperador-Octávio)
Setembro-(September, por ser o-sétimo mês),
Outubro (October, por ser o-oitavo mês)
Novembro (November, por-ser o nono mês)
Dezembro (December,-por ser o décimo mês).
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quarta-feira, 5 de maio de 2004
Tudo por causa do rabiosque do cavalo
A bitola dos caminhos de ferro (distância entre os 2 trilhos) dos Estados Unidos é de 4 pés e 8,5 polegadas.
Porque foi usado este numero?
Porque esta era a bitola dos caminhos de ferro ingleses e, como os caminhos de ferro americanos foram construídos pelos ingleses, foi usada esta medida.
Porque é que os ingleses usavam esta medida?
Porque as empresas Inglesas que construíam os vagões eram as mesmas que construíam as carroças antes dos caminhos de ferro e utilizaram as mesmas bitolas das carroças.
Porquê as medidas (4 pés e 8,5 polegadas) para as carroças?
Porque a distância entre as rodas das carroças deveria caber nas estradas antigas da Europa que tinham esta medida.
E por que tinham as estradas esta medida?
Porque estas estradas foram abertas pelo antigo Império Romano aquando das suas conquistas, e estas medidas eram baseadas nos carros romanos puxados por dois cavalos.
E porque é que as medidas dos carros romanos foram definidas assim?
Porque foram feitas para acomodar 2 traseiros de cavalo!
Finalmente... O vaivém espacial americano, o Space Shuttle, utiliza 2 tanques de combustível (SRB - Solid Rocket Booster) que são fabricados pela Thiokol no estado do Utah. Os engenheiros que projectaram estes tanques queriam fazê-los mais largos, porém tinham a limitação dos túneis ferroviários por onde eles seriam transportados, que tinham as suas medidas baseadas na bitola da linha, que estava limitada ao tamanho das carroças inglesas que tinham a largura das estradas europeias da época do Império Romano, que tinham a largura do Cu de 2 cavalos.
Conclusão: O exemplo mais avançado da engenharia mundial em design e tecnologia é baseado no tamanho do traseiro do cavalo romano...
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