Uma coisa do freak do Caeiro que deve ser tomada como referência para os que gozam de ser Portugas.

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo ... por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer, porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura ...

segunda-feira, 14 de maio de 2007

A malta agora vai direitinha para o Inferno ou para o Céu, mais nada ... teologicamente falando claro está.

Queriam uma sala de espera porreira?? Onde um gajo era bem tratado e tinha jogos novos todos os dias e não-sei-o-quê? Aquilo é pecanino e parece que a coisa foi mal gerida.

Lá no centro, onde se define a trajectória da coisa, se vais para trabalhos forçados ou se passas o resto da vidinha a beber à pála, até lá já se despede o pessoal excedentário. Imagine-se aquilo cheio de gajos e gajas com idades superiores a mil e tal anos a dar carimbadelas nos cartões de saúde e nas guias de entrada ao pessoal que lá aparece, o custo que aquilo não deve ter para ser necessário colmatar erros administrativos causados pelo pessoal trabalhador e já com uma tenra idade de mil e poucos anos, senis e parkinsonideos; as filas que devem existir às portas das agências de acreditação dos recém chegados, imaginem, é fácil: fechem os olhos e revejam-se nas nossas repartições públicas e de segurança social ...

Para grandes males grandes remédios, tá feito, acaba-se com a coisa e a malta que não toma a banhoca bentina é logo distribuída para a esquerda ou para a direita. Truca, sem hipótese de ai e tal e coiso. Prum lado ou próoutro. Siga. As fraldas e os restos estrumantes que por lá fiquem vão depois para reciclagem, criam-se mais umas fabriquetas cá em baixo, mais uns postos de trabalho e prontos. Se correr bem diz-se que foi idéia do Zé Crates; se correr mal aponta-se à madeira e já não há desculpas esfarrapadas.

Mas agora vejam a coisa de outra maneira. Tudo isto cheira-me a cenas de politiquice, sem mais nem menos elimina-se o Centro, naaaaa, deve haver qualquer coisa que me está a escapar.
O Paulinho da oposição e seus discípulos proseletas quando morrerem vão para onde? Já não há centro. E os que ainda eram de extremos e tinham que esperar para decidir, vão para onde?! Esquerda, Direita, simples, assim, sem mais nem menos? Já não há centro?!? Não creio. Não pode ser.

Ou então, vai na volta são coisas maradas de gralhas técnicas, falhas de dactilografia ou simples escrita esquisita onde alguém pensou e quis dizer ao Papa que ali no Vaitócano e aqui na cena TugoCatólica, já não havia espaço para coisas químicas e que nos faziam mal à saúde, como o Bimbo ... o pseudo-pão.
A coisa correu mal, não carregaram nas teclas todas que deviam, ou o jovem copista que redigiu a coisa estava constipado e era desléxico. Ditas as coisas e já publicadas e aprovadas as 41 páginas sobre o assunto relativo ao tema do coiso, culpa-se o Tomás - não é o Taveira nem o Américo, é o São Tomás de Aquino, bem bem, essas mentes.

O Tomás é que é o responsável desta complicação toda.
Ai e tal, vai daí e um dia lembrou-se de arranjar um espaço entre-alas, para aqueles que não tinham visto a concha com água, nunca se desviassem do olhar divino e pudessem permanecer em paz caso não tivessem cometido nada atroz em vida, mas era um lugar só para as crianças, pois os adultos levavam logo a machadada final: fizeste merda, prum lado – fizeste bem, próoutro. O Tomás é que é o responsável de se ter que despedir aquela malta toda lá do Centro ... e agora diz-se que já não há bimbo, perdão, Limbo.

E mas tá bem, a malta porta-se melhor e depois logo se vê como correm as coisas. A verdade é que não há pão sem perdão. Se calhar tem tudo a ver com a coisa: bimbo, limbo ... coisas.

2 comentários:

  1. Nunca fui mulher de me deixar ficar no limbo, e sei que as meninas boas vão para o céu. Portanto fico muito feliz em poder ir para todo o lado :))

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  2. vamos a ver o que os gajos fazem agora a malta excedentária do Centro.

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