Uma coisa do freak do Caeiro que deve ser tomada como referência para os que gozam de ser Portugas.

Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver no Universo ... por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer, porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura ...

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

O Sentido das coisas

Estamos mais que habituados a fazer de raiz e, a meio da obra, paramos, destruímos e recomeçamos novamente até que toda a gente que tem de mamar esteja com a pança cheia.

É assim no meu Portugal desde há muitos anos. Não sei se faz parte do enredo, mas há muito que se fala num pavilhão para Alvalade, espaços adjacentes para estacionamentos, etc., mas daí a retirarem as paragens de autocarros que existiam do lado da churrasqueira, para construírem aquela aberração rodoviária do lado do estádio, por favor meus senhores, aquilo é um obra que não lembra a ninguém.

O que vão fazer daquele espaço enorme que está agora abandonado? Pista de carrinhos telecomandados, ou cagadoiro coberto para pombos?! Estariam melhor ali os táxis estacionados, serviriam bem melhor quem usufrui de um serviço já de si dispendioso, quanto mais metermo-nos como se faz agora, dentro de um táxi, e demorarmos cinco minutos a sair do Campo Grande, onde já se viu?! Aqui, claro, em Portugal, é verdade, que cabeça a minha! Assim não dá para ninguém. E os abrigos de paragens, quem é que inventou aquilo? É que também chove em Portugal, sabem disso?. Uma camioneta que leva cerca de sessenta pessoas e uma paragem que só deve albergar dez?!

Por favor, dignifiquem a corrupção e lembrem-se mais uma vez de quem tem fome de dinheiro e reformulem a coisa, destruam, reponham o que estava e enquanto recomeçam, alimentem quem precisa, mas, façam obras com sentido.

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